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RASTREAMENTOS REALIZADOS DURANTE A GESTAÇÃO

I- RASTREAMENTO DE 1º TRIMESTRE (11 a 13+6 semanas)

 INCLUI:

·        Ultra-sonografia Obstétrica Transvaginal com Doppler colorido de Artérias Uterinas

·        Biometria Fetal

·        Avaliação de Mardadores de 1º trimestre:

·        Translucência Nucal

·        Presença do Osso Nasal

·        Bexiga Urinária

·        Freqüência Cardíaca Fetal

·        Avaliação da Morfologia Fetal

·        Pode incluir: Estudo do Ducto Venoso e pesquisa de Regurgitação Tricúspide

.      Relatório descritivo do exame

·        Cálculo de Risco para Cromossomopatias (exemplo: Síndrome de Down, Edwards e Patau), através de Software específico e Relatório.

 O QUE AVALIA:

·        Avaliação da Morfologia Fetal de 1° trimestre (descarta algumas malformações fetais)

·        Marcadores de 1º trimestre

·        Risco para cromossomopatias, diversas cardiopatias e infecções congênitas

·        Risco para Pré-Eclâmpsia (doppler de artérias uterinas)

·        Uma série de outras patologias fetais que provocam aumento da Translucência Nucal.

 

 

II- RASTREAMENTO DE 2º TRIMESTRE (22 a 26 semanas)

 INCLUI:

·        Ultra-sonografia Obstétrica Transvaginal com Doppler colorido de Artérias Uterinas e Medida do Colo Uterino

·        Biometria Fetal detalhada (por segmentos fetais)

·        Avaliação de Mardadores de 2º trimestre:

·        Prega Nucal

·        Medida do Osso Nasal

·        Ossos longos

·        Falange Média do 5º dedo

·        Ritmo Cardíaco Fetal

·        Avaliação da Morfologia Fetal com descrição porminorizada.

·        Relatório descritivo do exame.

·        Cálculo de Risco para Cromossomopatias (exemplo: Síndrome de Down, Edwards e Patau), através de Software específico (Benacerraf) e Relatório (baseado no risco calculado de 1° trimestre) 

O QUE AVALIA:

·        Avaliação da Morfologia Fetal de 2° trimestre (descarta diversas malformações fetais)

·        Marcadores de 2º trimestre

·        Risco para cromossomopatias, diversas cardiopatias e infecções congênitas (diagnóstico sindrômico)

·        Risco para Pré-Eclâmpsia (doppler de artérias uterinas)

·        Risco para Trabalho de Parto Prematuro (medida do colo uterino)

 

 

III- AVALIAÇÃO FETAL DE IIIº TRIMESTRE (acima de 28 semanas)

 INCLUI:

·        Ultra-sonografia Obstétrica Simples (Biometria Fetal)

·        Dopplervelocimetria colorida de:

·        Artérias Umbilicais

·        Artérias Cerebrais Médias

·        Artérias Uterinas

·        Ducto Venoso

·        Perfil Biofísico Fetal

·        Relatório descritivo do exame.

 

O QUE AVALIA:

·        Placenta e Líquido Amniótico

·        Crescimento Fetal

·        Distribuição do Fluxo Sanguíneo Fetal

·        Avaliação Biofísica Fetal

 

Como marcar:

Fone: (51) 3222.7272 – Porto Alegre – RS – Brasil

Jorge@telles.med.br  

 

Saiba Mais: PROTOCOLO DE ULTRA-SONOGRAFIA NA GESTAÇÃO

Atalhos desta página:

EXAMES DO PRIMEIRO TRIMESTRE:  4 até 10.6 semanas (Sono-embriologia) e 11 a 13+6 semanas (Rastreamento)

Objetivos:
Datação precisa da gestação
Diagnóstico de gestações múltiplas e determinação do tipo de formação âmnio-corial (gêmeos dicoriônicos x gêmeos monocoriônicos)
Diagnóstico de malformações fetais grosseiras
Avaliação do risco de doenças cromossômicas (Síndrome de Down e outras) através da medida da Translucência Nucal, observação do Osso Nasal, Bexiga Fetal, Freqüência Cardíaca Fetal*.

Como solicitar:
"Ultra-sonografia obstétrica transvaginal com medida da translucência nucal"



EXAME DO SEGUNDO TRIMESTRE (22-23 SEMANAS)

Objetivos:
Avaliação detalhada da anatomia fetal (ultra-sonografia morfológica)
Avaliação do colo uterino por via transvaginal (identificação de pacientes com alto risco para parto prematuro espontâneo)
Avaliação das artérias uterinas por Doppler colorido via transvaginal (predição de complicações relacionadas à insuficiência placentária: RCIU e pré-eclâmpsia)**

Como solicitar:
"Ultra-sonografia morfológica"
"Ultra-sonografia transvaginal com Dopplervelocimetria a cores para avaliação do colo uterino e das artérias uterinas"


EXAME DO TERCEIRO TRIMESTRE

Objetivos:
Avaliação da Vitalidade Fetal e do Crescimento Fetal.

Como solicitar:

"Ultra-sonografia Obstétrica com Dopplervelocimetria a cores"

"Perfil Biofísico Fetal (recomenda-se associar com Cardiotocografia - MAP)

"Perfil Hemodinâmico Fetal" (incluindo Perfil Biofísico Fetal + Doppler Materno-Fetal)



Esse protocolo mínimo é recomendado para todas as gestantes, independente de sua idade ou história prévia. Após a realização destes exames a conduta deverá ser individualizada, conforme os achados clínicos e os resultados dos exames de rastreamento.

* A medida da Translucência Nucal acompanhada do cálculo do risco para doenças cromossômicas, onde é levado em conta a história prévia e a idade materna, é capaz de detectar aproximadamente 75-80% dos fetos com Síndrome de Down.
Também entre 11 e 13.6 semanas, podem ser realizados testes bioquímicos no sangue materno (b-hCG e PAPP-A), que aumentam o índice de detecção para mais de 90%.
Da mesma forma, a associação com outros marcadores, particularmente o Osso Nasal, aumenta a detecção para mais de 90%.
Após a realização destes exames o especialista em Medicina Fetal pode-se discutir com a paciente, embasado em evidências consistentes, a realização ou não de procedimento invasivo para o estudo do cariótipo fetal (amniocentese ou biópsia de vilos coriais).

** A avaliação do colo uterino por ultra-som permite detectar características imperceptíveis ao exame bimanual, predizendo mais de 60% dos partos destinados a ocorrer antes das 33 semanas. Com 22-23 semanas de gestação, 1,5 % das pacientes examinadas exibem sinais de alerta, permitindo um manejo pré-natal diferenciado.
A avaliação das artérias uterinas pela via transvaginal diminui a taxa de falso-positivos na predição das complicações relacionadas à insuficiência placentária, ao insonar os vasos com maior precisão e em um ângulo próximo a zero. Com 22-23 semanas de gestação, 5% das pacientes demonstram alterações no processo de placentação detectáveis por esse exame.

As propostas de manejo aqui contidas estão de acordo com recomendações da Fetal Medicine Foundation, Londres.

Referências:
1. Spencer K, Souter V, Tul N, Snijders R, Nicolaides KH. A screening program for trisomy 21 at 10-14 weeks using fetal nuchal translucency, maternal serum free beta-human chorionic gonadotropin and pregnancy-associated plasma protein-A. Ultrasound Obstet Gynecol. 1999 Apr;13(4):231-7.
2. Heath VC, Southall TR, Souka AP, Elisseou A, Nicolaides KH. Cervical length at 23 weeks of gestation: prediction of spontaneous preterm delivery. Ultrasound Obstet Gynecol. 1998 Nov;12(5):312-7.
3. Lees C, Parra M, Missfelder-Lobos H, Morgans A, Fletcher O, Nicolaides KH. Individualized risk assessment for adverse pregnancy outcome by uterine artery Doppler at 23 weeks. Obstet Gynecol. 2001 Sep;98(3):369-73
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